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ESDE — Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita — Programa Complementar

Módulo I — Vida no Mundo Espiritual

Roteiro 7


Ocupações e missões dos Espíritos


Objetivo Geral: Propiciar conhecimentos da vida no Mundo Espiritual.

Objetivo Específico: Explicar em que consistem as ocupações e as missões dos Espíritos. — Ilustrar, com exemplos, as missões espirituais destinadas a povos e a indivíduos.



CONTEÚDO BÁSICO


  • As almas, ou Espíritos, têm ocupações em relação com o seu grau de adiantamento, ao mesmo tempo que procuram instruir se e melhorar-se. Allan Kardec: O que é o Espiritismo. Capítulo III (Solução de alguns problemas pela Doutrina Espírita), questão 159.

  • São incessantes as ocupações dos Espíritos?

    Incessantes, sim, atendendo-se a que sempre ativos são os seus pensamentos, porquanto vivem pelo pensamento. Importa, porém, não identifiqueis as ocupações dos Espíritos com as ocupações materiais dos homens. Essa mesma atividade lhes constitui um gozo, pela consciência que têm de ser úteis. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, questão 563.

  • Haverá Espíritos que se conservem ociosos, que em coisa alguma útil se ocupem? Há, mas esse estado é temporário e dependendo do desenvolvimento de suas inteligências. Há, certamente, como há homens que só para si mesmos vivem. Pesa-lhes, porém, essa ociosidade e, cedo ou tarde, o desejo de progredir lhes faz necessária a atividade e felizes se sentirão por poderem tornar se úteis. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, questão 564.

  • As missões dos Espíritos têm sempre por objeto o bem. Quer como Espíritos, quer como homens, são incumbidos de auxiliar o progresso da Humanidade, dos povos ou dos indivíduos, dentro de um círculo de ideias mais ou menos amplas, mais ou menos especiais e de velar pela execução de determinadas coisas. Alguns desempenham missões mais restritas e, de certo modo, pessoais ou inteiramente locais, como sejam, assistir os enfermos, os agonizantes, os aflitos, velar por aqueles de quem se constituíram guias e protetores, dirigi-los, dando-lhes conselhos ou inspirando-lhes bons pensamentos. Pode dizer se que há tantos gêneros de missões quantas as espécies de interesses a resguardar, assim no mundo físico, como no moral. O Espírito se adianta conforme à maneira por que desempenha a sua tarefa. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, questão 569 - comentário.




SUGESTÕES DIDÁTICAS


Introdução:

  • Conceituar missão e ocupação dos Espíritos, tendo como base os Subsídios deste roteiro.

  • Entregar aos participantes algumas ilustrações, extraídas de revistas ou da Internet, que exemplifiquem cenas do cotidiano: pessoas cultivando a terra; cientista trabalhando; alguém auxiliando o próximo; um músico tocando algum instrumento; um professor dando aula; uma mãe cuidando do filho; um enfermo sendo assistido, etc.

  • Observação: é importante que cada participante receba, no mínimo, duas gravuras.

  • Em seguida, pedir-lhes que classifiquem as ilustrações recebidas em dois grupos: as que caracterizam ocupações e as que são indicativas de missões.

  • Pedir-lhes que justifiquem a classificação das ilustrações.


Desenvolvimento:

  • Solicitar, então, à turma que se reúna em pequenos grupos para a realização das seguintes tarefas:

    1. Ler os Subsídios do roteiro;

    2. Tendo por base o conteúdo lido, explicar em que consistem as ocupações e as missões dos Espíritos;

    3. Listar, com base nos Subsídios, as maiores dificuldades para o exercício das missões, nos Planos espiritual e físico. Utilizar folhas de papel pardo ou de cartolina.

    4. Colocar as folhas de papel pardo ou de cartolina em local visível a todos.

  • Ouvir as conclusões dos grupos e prestar os esclarecimentos cabíveis.


Conclusão:

  • Encerrar a aula, ressaltando os seguintes pontos: a) o valor do trabalho dos Espíritos superiores, desencarnados ou encarnados; b) o bem como único objeto de uma missão; c) a relação entre a importância das missões e o grau de adiantamento dos Espíritos.


Avaliação:

  • O estudo será considerado satisfatório, se os participantes realizarem corretamente as tarefas propostas no trabalho em grupo.


Técnica(s):

  • Trabalho em pequenos grupos; exposição.


Recurso(s):

  • Subsídios do roteiro; orientação para o trabalho em grupo; ilustrações diversas; folhas de papel pardo/cartolina; canetas hidrográficas; papel; lápis/caneta.



 

SUBSÍDIOS


Os Espíritos Superiores concorrem […] para a harmonia do Universo, executando as vontades de Deus, cujos ministros eles são. A vida espírita é uma ocupação contínua, mas que nada tem de penosa, como a vida na Terra, porque não há a fadiga corporal, nem as angústias das necessidades. (1) Os Espíritos inferiores e imperfeitos também desempenham função útil no Universo, uma vez que todos […] têm deveres a cumprir. (2) As almas, ou Espíritos, têm ocupações em relação com o seu grau de adiantamento, ao mesmo tempo que procuram instruir se e melhorar-se. (13)

São incessantes as ocupações dos Espíritos […] atendendo-se a que sempre ativos são os seus pensamentos, porquanto vivem pelo pensamento. (3) Não podemos, entretanto, identificar […] as ocupações dos Espíritos com as ocupações materiais dos homens [encarnados]. Essa mesma atividade lhes constitui um gozo, pela consciência que têm de ser úteis. (3) Existem Espíritos, todavia, que se conservam ociosos, […] mas esse estado é temporário e dependendo do desenvolvimento de suas inteligências. […] Pesa-lhes, porém, essa ociosidade e, cedo ou tarde, o desejo de progredir lhes faz necessária a atividade e felizes se sentirão por poderem tornar se úteis. (4)

Em relação às coisas deste mundo, pode dizer-se que […] os Espíritos se ocupam conformemente ao grau de elevação ou de inferioridade em que se achem. Os Espíritos superiores dispõem, sem dúvida, da faculdade de examiná-las nas suas mínimas particularidades, mas só o fazem na medida em que isso seja útil ao progresso. Unicamente os Espíritos inferiores ligam a essas coisas uma importância relativa às reminiscências que ainda conservam e às ideias materiais que ainda se não extinguiram neles. (5) Assim é que muitos destes últimos nos rodeiam constantemente, tomando parte ativa em tudo o que fazemos, de acordo com as suas naturezas. (5)

As missões dos Espíritos têm sempre por objeto o bem. Quer como Espíritos, quer como homens, são incumbidos de auxiliar o progresso da Humanidade, dos povos ou dos indivíduos, dentro de um círculo de ideias mais ou menos amplas, mais ou menos especiais e de velar pela execução de determinadas coisas. Alguns desempenham missões mais restritas e, de certo modo, pessoais ou inteiramente locais, como sejam assistir os enfermos, os agonizantes, os aflitos, velar por aqueles de quem se constituíram guias e protetores, dirigi-los, dando-lhes conselhos ou inspirando-lhes bons pensamentos. Pode dizer se que há tantos gêneros de missões quantas as espécies de interesses a resguardar, assim no mundo físico, como no moral. O Espírito se adianta conforme à maneira porque desempenha a sua tarefa. (6) A importância das missões corresponde às capacidades e à elevação do Espírito. (7) Ele pede determinada missão […] e ditoso se considera se a obtém. (8)

Em seguida, apresentaremos exemplos de missões para um melhor entendimento do assunto.


1. Missão espiritual de um povo

As seguintes palavras de Jesus — constantes do livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho — , dirigidas a um dos mais elevados mensageiros do orbe terrestre, ilustram missão espiritual programada em benefício de um povo.

Ismael [Guia Espiritual do Brasil], manda o meu coração que doravante sejas o zelador dos patrimônios imortais que constituem a Terra do Cruzeiro. […] Reúne as incansáveis falanges do Infinito, que cooperam nos ideais sacrossantos de minha doutrina, e inicia, desde já, a construção da pátria do meu ensinamento. Para aí transplantei a árvore da minha misericórdia e espero que a cultives com a tua abnegação e com o teu sublimado heroísmo. […] Guarda este símbolo da paz e inscreve na sua imaculada pureza o lema da tua coragem e do teu propósito de bem servir à causa de Deus e, sobretudo, lembra-te sempre de que estarei contigo no cumprimento dos teus deveres, com os quais abrirás para a humanidade dos séculos futuros um caminho novo, mediante a sagrada revivescência do Cristianismo. (20)

Ismael recebe o lábaro bendito das mãos compassivas do Senhor, banhado em lágrimas de reconhecimento, e, como se entrara em ação o impulso secreto da sua vontade, eis que a nívea bandeira tem agora uma insígnia. Na sua branca substância, uma tinta celeste inscrevera o lema imortal: “Deus, Cristo e Caridade”. (21)

Ismael reuniu em grande assembleia os seus colaboradores mais devotados, com o objetivo de instituir um programa para as suas atividades espirituais na Terra de Santa Cruz [nome anterior do Brasil]:

— Irmãos — exclamou ele no seio da multidão de companheiros abnegados — plantamos aqui, sob o olhar misericordioso de Jesus, a sua bandeira de paz e de perdão. Todo um campo de trabalhos se desdobra ás nossas vistas. Precisamos de colaboradores devotados que não temam a luta e o sacrifício. (22) […] Quase todos os Espíritos santificados, ali presentes, se oferecem como voluntários da grande causa. Entre muitos, descobriremos José de Anchieta e Bartolomeu dos Mártires, Manuel da Nóbrega, Diogo Jácome, Leonardo Nunes e muitos outros, que também foram dos chamados para esse conclave no mundo invisível. (23)

Emmanuel apresenta, no prefácio da obra supracitada, uma síntese da missão do Brasil:

O Brasil não está somente destinado a suprir as necessidades materiais dos povos mais pobres do planeta, mas, também, a facultar ao mundo inteiro uma expressão consoladora de crença e de fé raciocinada e a ser o maior celeiro de claridades espirituais do orbe inteiro. […] Nossa tarefa visa a esclarecer o ambiente geral do país, argamassando as suas tradições de fraternidade com o cimento das verdades puras, porque, se a Grécia e a Roma da antiguidade tiveram a sua hora, como elementos primordiais das origens de toda a civilização do Ocidente; se o império português e o espanhol se alastraram quase por todo o planeta; se a França, se a Inglaterra têm tido a sua hora proeminente nos tempos que assinalam as etapas evolutivas do mundo, o Brasil terá também o seu grande momento, no relógio que marca os dias da evolução da humanidade.

Se outros povos atestaram o progresso, pelas expressões materializadas e transitórias, o Brasil terá a sua expressão imortal na vida do espírito, representando a fonte de um pensamento novo, sem as ideologias de separatividade, e inundando todos os campos das atividades humanas com uma nova luz. (19)


2. Missão espiritual de desencarnados

André Luiz, pela mediunidade de Francisco Cândido Xavier, trouxe, por exemplo, importantes revelações acerca das missões desempenhadas pelos desencarnados incumbidos de retirar das zonas espirituais de sofrimento os Espíritos ainda ligados às paixões humanas. Narra, em um dos seus livros, o citado autor espiritual: Ao soar das dezenove horas, orientados pela administradora da Casa [a irmã Zenóbia], preparamo-nos para pequena jornada ao abismo. (14) Ao transpormos o limiar [da Casa Transitória], explicou-nos, cuidadosa: — Convém manter apagado, no trajeto, todo o material luminoso. — E fitando-nos, resoluta, informou: — Quanto a nós, sigamos silenciosos, a pé. Não será razoável utilizar a volitação em distância tão curta. Mais justo assemelharmo-nos aos pobres que habitam estes sítios, perante os quais, enquanto perdure a pequena caminhada, deveremos guardar a maior quietude. Qualquer desatenção prejudicar-nos-á o objetivo. (15)

Continuando sua narrativa, assinala André Luiz: Noutras circunstâncias e noutro tempo, não conseguiria eu dominar o pavor que nos infundia a paisagem escura e misteriosa, à nossa frente. Vagavam no espaço estranhos sons. Ouvia perfeitamente gritos de seres selvagens e, em meio deles, dolorosos gemidos humanos, emitidos, talvez, a imensa distância… Aves de monstruosa configuração, mais negras do que a noite, de longe em longe se afastavam de nosso caminho, assustadiças. E embora a sombra espessa, observava alguma coisa da infinita desolação ambiente. […] Atingimos zona pantanosa, em que sobressaía rasteira vegetação. Ervas mirradas e arbustos tristes assomavam indistintamente do solo. Fundamente espantado, porém, ao ladear imenso charco, ouvi soluços próximos. Guardava a nítida impressão de que as vozes procediam de pessoas atoladas em repelentes substâncias, tais as emanações desagradáveis que pairavam no ar. Oh! que forças nos defrontavam, ali! A treva difusa não deixava perceber minudências; todavia, convencera-me da existência de vítimas vizinhas de nós, esperando-nos amparo providencial. (16) Verificou-se, então, o imprevisto. Certamente, as entidades em súplica permaneciam jungidas ao mesmo lugar, mas figuras animalescas e rastejantes, lembrando sáurios de descomunais proporções, avançaram para a nossa caravana […]. Eram em grande número e davam para estarrecer o ânimo mais intrépido. […] Mais alguns minutos e havíamos varado a região dos charcos. […] Prosseguindo a marcha, penetramos escarpada região e, atendendo ao sinal da Irmã Zenóbia, os vinte auxiliares que nos seguiam postaram-se em determinado ponto, com a recomendação de nos aguardarem a volta. A diretora da Casa Transitória, então, conduziu-nos os quatro, caminho adentro, acentuando que encetaríamos isoladamente a primeira parte do programa de serviço. […] Logo após, evidenciando preocupação em sossegar nos o íntimo, referentemente aos sofredores anônimos que encontráramos no caminho, explicou-nos delicadamente: — Não somos impermeáveis às rogativas dos nossos irmãos que ainda gemem no charco de dor a que se atiraram voluntariamente. Dilaceram-nos o espírito as imprecações dos infelizes. No entanto, a Casa Transitória de Fabiano tem-lhes prestado o socorro possível, ajuda essa que, até hoje, vem sendo repelida pelos nossos irmãos infortunados. Debalde libertamo-los, periodicamente, dos monstros que os escravizam, organizando-lhes refúgio salutar. Fogem de nossa influenciação retificadora e tornam espontaneamente ao charco. É imprescindível que o sofrimento lhes solidifique a vontade, para as abençoadas lutas do porvir. (17)


3. Missão espiritual de encarnados

A missão espiritual dos encarnados consiste em […] instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhoraras instituições, por meios diretos e materiais. As missões, porém, são mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha tão nobre missão, como o que governa, ou o que instrui. Tudo em a Natureza se encadeia. Ao mesmo tempo que o Espírito se depura pela encarnação, concorre, dessa forma, para a execução dos desígnios da Providência. Cada um tem neste mundo a sua missão, porque todos podem ter alguma utilidade. (9)

Em geral, reconhece-se que um homem tem na Terra uma determinada missão pelas […] grandes coisas que opera, pelos progressos a cuja realização conduz seus semelhantes. (10) É, por exemplo, o caso do artista, conforme assinala Emmanuel: Sempre que a sua arte se desvencilha dos interesses do mundo, transitórios e perecíveis,, para considerar tão somente a luz espiritual que vem do coração uníssono com o cérebro, nas realizações da vida, então o artista é um dos mais devotados missionários de Deus, porquanto saberá penetrar os corações na paz da meditação e do silêncio, alcançando o mais alto sentido da evolução de si mesmo e de seus irmãos em humanidade. (18)

Há, contudo, missões pessoais de grande importância. Dizem os Espíritos Superiores que a paternidade é, […] sem contestação possível, uma verdadeira missão. É ao mesmo tempo grandíssimo dever e que envolve, mais do que o pensa o homem, a sua responsabilidade quanto ao futuro. Deus colocou o filho sob a tutela dos pais, a fim de que estes o dirijam pela senda do bem, e lhes facilitou a tarefa dando àquele uma organização débil e delicada, que o torna propício a todas as impressões. Muitos há, no entanto, que mais cuidam de aprumar as árvores do seu jardim e de fazê-las dar bons frutos em abundância, do que de formar o caráter de seu filho. Se este vier a sucumbir por culpa deles, suportarão os desgostos resultantes dessa queda e partilharão dos sofrimentos do filho na vida futura, por não terem feito o que lhes estava ao alcance para que ele avançasse na estrada do bem. (11)

Dessa forma, os […] Espíritos encarnados têm ocupações inerentes às suas existências corpóreas. No estado de erraticidade, ou de desmaterialização, tais ocupações são adequadas ao grau de adiantamento deles. Uns percorrem os mundos, se instruem e preparam para nova encarnação. Outros, mais adiantados, se ocupam com o progresso, dirigindo os acontecimentos e sugerindo ideias que lhe sejam propícias. Assistem os homens de gênio que concorrem para o adiantamento da Humanidade. Outros encarnam com determinada missão de progresso. Outros tomam sob sua tutela os indivíduos, as famílias, as reuniões, as cidades e os povos, dos quais se constituem os anjos guardiães, os gênios protetores e os Espíritos familiares. Outros, finalmente, presidem aos fenômenos da Natureza, de que se fazem os agentes diretos. Os Espíritos vulgares se imiscuem em nossas ocupações e diversões. Os impuros ou imperfeitos aguardam, em sofrimentos e angústias, o momento em que praza a Deus proporcionar lhes meios de se adiantarem. Se praticam o mal, é pelo despeito de ainda não poderem gozar do bem. (12)



Referências Bibliográficas:

1. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Trad. de Guillon Ribeiro. 84. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003. Questão 558, p. 281.

2. Idem - Questão 559, p. 281.

3. Id. - Questão 563, p. 282.

4. Id. - Questão 564, p. 282.

5. Id. - Questão 567 - comentário, p. 284.

6. Id. - Questão 569 - comentário, p. 284-285.

7. Id. - Questão 571, p. 285.

8. Id. - Questão 572, p. 285.

9. Id. - Questão 573, p. 285.

10. Id. - Questão 575, p. 286.

11. Id. - Questão 582, p. 288.

12. Id. - Questão 584a - comentário, p. 289-290.

13. Idem - O que é o Espiritismo. 50. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002. Capítulo III, questão 159, p. 214-215.

14. XAVIER, Francisco Cândido. Obreiros da Vida Eterna. Pelo Espírito André Luiz. 29. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Capítulo VI, (Dentro da Noite), p. 99.

15. Idem, ibidem - p. 101-102.

16. Idem, ibidem - p. 102-103.

17. Idem, ibidem - p. 104-106.

18. Idem - O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 24. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003. Questão 162, p. 101.

19. Idem - Brasil Coração do Mundo, Pátria do Evangelho. Pelo Espírito Humberto de Campos. 30. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Prefácio, p. 9.

20. Id. - Capítulo III (Os degredados), p. 36-37.

21. Idem, ibidem - p. 37.

22. Id. - Capítulo IV, (Os missionários), p. 43-44.

23. Idem, ibidem - p. 45.


Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.

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