Bíblia do CaminhoTestamento Xavieriano

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Chico Xavier — Mandato de amor — Autores diversos — 2ª Parte


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Kardec no século XIX

I


1 Chora a Terra infeliz de peito aberto em chaga.

A Dúvida, o Terror, a Guerra e a Guilhotina

Inda espalham, gritando, a treva que domina

E o suor da aflição que tudo atinge e alaga…


2 Desvairada na sombra, a Razão desatina,

Nega a Filosofia… a Ciência divaga…

E a fé perde a visão como luz que se apaga,

Entre a maldade humana e a bondade divina.


3 É a noite que se alonga ao temporal violento,

É a loucura, a miséria e a dor do pensamento

E, em toda a parte, o mundo é pávida cratera!…


4 Mas Kardec é chamado ao torvelinho insano

E, revivendo a luz do Cristo Soberano,

Acende no horizonte o Sol da Nova Era!… n


.Amaral Ornellas


II


Bondade


“Toda bondade mais simples,

Sincera, nobre, leal

Ajuda na construção

Do Reino Celestial.” n

.Meimei



[1] (Alexandrinos recebidos por Francisco Cândido Xavier, na sessão solene realizada na sede da União Espírita Mineira, no dia 18 de abril de 1956, 99.° aniversário de “O Livro dos Espíritos”. Inseridos no livro “Doutrina e Vida”. Fonte: “O Espírita Mineiro”, números 49/50, março/abril de 1956.)


[2] (Estrofe psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. Fonte: “O Espírita Mineiro”, números 59/60/61, janeiro/março de 1957.)


Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.

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